Transplante

TRANSPLANTE

Por Mauri Avila Baptista Dias

Um dos momentos que causam medo em alguns cultivadores de Bonsai é a hora do transplante. Sendo uma planta de estimação, muitos se sentem numa expectativa como se levassem um membro querido da família para uma cirurgia. Este medo de perda, de arriscar, muitas vezes é o motivo pelo qual muitos adiam esta hora tão importante para a continuidade do desenvolvimento e da própria sanidade da planta. Muitas vezes sem se dar conta de que quanto mais esperarmos mais debilitada pode estar a nossa planta no momento do transplante, fazendo com que o procedimento envolva mais riscos. Também é no momento do transplante que temos a oportunidade para reavaliarmos a nossa plantinha quanto ao seu tamanho, o vaso , a modelagem, tipo de substrato, etc.
Tendo alguns cuidados básicos poderemos passar por esta fase sem dificuldades. No momento em que retiramos nossa plantinha do vaso poderemos ver o resultado do substrato que usamos anteriormente. Se foi adequado ela deve apresentar uma boa quantidade de raízes bem distribuídas pelo substrato, acumulando-se no fundo do vaso.

Vamos analisar os exemplos mais comuns:

O Processo
A seguir veremos com detalhes como fazer o transplante em cada um dos casos anteriores.

Este é o primeiro caso visto (fig. 01) em que a planta teve um desenvolvimento deficiente.

-Retiramos a planta do vaso e deixamos com as raízes submersas em enraizante, pelo tempo recomendado pelo fabricante do mesmo;
-Podamos as raízes, cuidando para deixar uma boa quantidade das mesmas pois este é um caso que inspira cuidados.
-Plantamos novamente em substrato novo e observamos os cuidados necessários.

Este é o 2º caso (fig. 02) em que a planta teve um bom desenvolvimento.

– Como o sistema de raízes está em boas condições podemos podar de uma maneira mais severa;
– Como no caso anterior é aconselhável colocar a planta em solução enraizante para garantir melhores resultados;
– Plantamos a seguir no substrato novo;
– Os cuidados na fase de recuperação são os mesmos do caso anterior.

Este é o 3º caso ( fig. 03) – Este é o caso mais crítico em que praticamente não houve desenvolvimento das raízes.

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